Direção e conformidade. Tudo que muda aqui reflete no sistema inteiro.
Todo acesso a documento de cliente é registrado em trilha de auditoria, com autor, data e motivo.
Escopo da licença 8299.85. Despacho documental. Nada que você escrever aqui pode virar parecer jurídico ou representação fiscal ao cliente — para isso, encaminhe a profissional licenciado e registre o encaminhamento.
O estado do sistema agora. Cada número abaixo sai do banco, não de tela fixa — se estiver zerado, é porque não há registro, e isso também é informação.
Oferta cuja atividade não estiver averbada na licença 1554086 não aparece para o cliente — a regra vive na view vitrine_ativa, no banco, não na tela. Desligar um item aqui some com ele do site inteiro, na hora.
A trilha de auditoria não aceita alteração nem exclusão: há gatilho no banco que aborta as duas. O que entrou, fica.
| Quando | Quem | Ação | Alvo |
|---|---|---|---|
| Carregando… | |||
| Interessado | Origem | Objetivo | Recebido | Situação |
|---|
Assim que o assistente concluir uma qualificação, ela aparece aqui para entrevista.
Por que a entrevista existe. Como entidade obrigada, a Aurum precisa identificar e verificar o cliente antes de estabelecer a relação comercial. A entrevista não é etapa de venda — é a diligência que a lei exige, e é ela que libera o contrato.
Dossiês qualificados pelo assistente entram nesta fila.
Duas saídas de recusa, e elas não se misturam. Recusa por escopo — o caso exige licença que não temos — é comunicada ao interessado com o encaminhamento. Recusa sinalizada produz a mesma mensagem neutra ao interessado, e o motivo real nunca sai deste painel: avisar o cliente de suspeita é infração criminal.
Casos entrevistados aparecem aqui com a triagem de sanções e a verificação de escopo.
Contratos assinados abrem processo e cronograma automaticamente.
Nove relógios por cliente. Licença, Ejari, cartões de estabelecimento, vistos, Emirates ID, UBO, imposto corporativo, VAT e seguro-desemprego — cada um de um órgão, nenhum sincronizado. Esta tela ordena todos pela data, da carteira inteira.
Prazos nascem do processo e aparecem aqui e no painel do cliente ao mesmo tempo.
Acesso registrado. Abrir um documento aqui grava autor, data e motivo na trilha de auditoria. Abra apenas o que o seu caso exigir.
Documentos enviados pelos clientes aparecem aqui, cifrados.
Atividades adicionais alteram o que o time e o assistente podem oferecer. Quando uma for averbada no DET, registre aqui — o assistente passa a liberar as ofertas correspondentes, e não antes.
Quem tem acesso, com que papel, e o botão de liberar ou bloquear ficam em Pessoas.
O assistente responde daqui, não da memória do modelo. Cada afirmação carrega a fonte e a data em que foi verificada. O que não tiver fonte não é dito ao cliente — vira pergunta ao assessor.
Os relatórios de pesquisa entram aqui como verbetes, cada um com fonte, data e situação de verificação.
Aqui se dá o saber, não o fluxo. O protocolo do agente — acolher, escutar, devolver, nomear a necessidade e encaminhar — é o mesmo para qualquer setor e não se edita. O que muda de ramo para ramo é o que ele reconhece e o que ele devolve, e é isso que está nesta tela.
Atravessa todas as respostas. Trocar estes campos troca a empresa que o agente representa.
Setor, licença, o que a casa faz, o que não faz e a âncora de confiança.
Nicho sem pista o agente nunca reconhece. As pistas são as palavras que a pessoa escreve — valem nos três idiomas ao mesmo tempo, porque um brasileiro pode estar na página em inglês e escrever em português.
Cada nicho tem as pistas que o fazem ser reconhecido e a nota que o agente devolve quando reconhece.
Produto sem "quando" vira anúncio. O campo quando diz em que necessidades aquele produto é mencionado — fora delas o agente não fala dele, e é isso que impede a oferta de destruir a confiança que o resto da conversa construiu.
Cada produto diz para quem serve e o que resolve.
Cada pessoa com acesso precisa de conta própria — conta compartilhada quebra a trilha de auditoria, porque a trilha grava quem fez, e "quem" deixa de existir quando duas pessoas usam a mesma porta.
Quem entrou, com que papel, e quando acessou pela última vez.
Bloquear não apaga. A conta deixa de entrar, e tudo o que ela fez continua na trilha de auditoria. Não é possível bloquear a própria conta, nem a última administração ativa — isso trancaria o sistema para fora de si mesmo.
Quem responde a quem, quanto cada um tem a recuperar e a receber, e com que taxa. A rede tem dois níveis: o parceiro tem a equipe dele, a administração tem a sua, e ninguém tem equipe dentro da equipe de outro.
Isto não é transferência. O adiantamento é um lançamento na conta de quem recebe — nada sai da conta de ninguém, porque mover valor entre duas pessoas através do sistema é serviço de pagamento e exige licença do Banco Central. O efeito é o mesmo: a pessoa começa no vermelho e o vermelho encolhe conforme ela vende.
E não se cobra de volta em dinheiro. O adiantamento é recuperável só por compensação contra a comissão futura. Adiantamento cobrável seria financiamento, que é atividade licenciada — e por isso não existe botão de cobrança em lugar nenhum deste sistema.
O percentual incide sobre o honorário da casa, nunca sobre taxa de governo — taxa oficial é repassada pelo valor exato, sem margem para ninguém.
Acessos a documento, decisões de aceitação e alterações de escopo ficam registrados aqui e não podem ser apagados.
Onde cada um está, de quem é, e por quê. Mudar a etapa aqui move o caso para todo mundo que o acompanha, na hora.
Quem chegar por ele fica atribuído a você. O link vale mais que qualquer outra regra de roteamento — é a única atribuição que você consegue comprovar depois.
O código identifica, não autentica. Ele pode andar em cartão, mensagem e publicação sem risco: quem tiver o código não entra na sua conta, só aponta que a indicação foi sua.
A senha aparece uma vez só. Ela não é gravada em lugar nenhum — nem aqui, nem no banco. Entregue-a à pessoa por um canal seguro e peça que troque no primeiro acesso. Quem esquecer a senha troca por uma nova; ninguém consulta a antiga, porque ela não existe.
Cada caixa pertence a uma conta do sistema e é usada por dentro do portal.
Crédito compra serviço desta casa, e só isso. Não vira dinheiro, não é aceito por terceiro e não se transfere entre pessoas. É o que separa pré-pagamento de serviço, que é lícito sem licença, de serviço de pagamento, que exige licença do Banco Central dos Emirados.
Contas que já existem, cadastradas aqui para o cliente saber para onde pagar. Nenhuma conta é aberta por este painel, e nenhum dado de acesso é guardado — só o necessário para depositar e para a contabilidade conciliar.
Cadastre ao menos uma para que o cliente saiba onde pagar.
Só depois que o pagamento foi confirmado. Não há cobrança automática aqui: receber pagamento online exigiria prestador licenciado, e a casa não é um. O documento que sai desta operação é um recibo, não uma fatura fiscal — a emissão de crédito não é fornecimento, e o imposto incide quando o serviço for consumido.
Aqui há fornecimento, e aqui há imposto. Sai uma fatura fiscal completa, com o IVA de 5% sobre o honorário.
A casa paga contra fatura, não contra pedido. O caminho é apurada, faturada, paga — e faturar exige que a pessoa tenha informado a licença comercial dela, porque quem fatura contra a casa exerce atividade própria, e licença não se empresta.
Comissões apuradas e faturadas aparecem aqui.
Cada setor onde um humano atuaria tem uma equipe de agentes. Um agente ativo pode propor um colega para o próprio departamento — e o colega nasce aguardando aprovação, porque a assinatura é de quem aprova, não de quem redigiu.
O agente herda a habilidade e as travas juntas.
Não há como herdar só uma das duas, e isso é de propósito.
Teto — cada departamento tem um número máximo de agentes vivos.
Árvore que cresce sozinha consome chave de IA sem limite.
Profundidade — o agente filho não gera neto além do limite. O que
ninguém consegue ler, ninguém audita.
Escopo herdado — o filho herda o que o departamento pode dizer, e
nunca amplia.
Por que o portão humano não é desconfiança do agente. Um agente que cria um agente que oferece serviço fora da licença fabrica infração em velocidade de máquina — e a pena do Art. 181 do FDL 6/2025 alcança pessoalmente quem responde pela administração. Não é o agente que responde por isso. É você.
A franquia por continente, país ou região. O interessado que chega é encaminhado ao parceiro do território dele — e território só passa a rotear depois de liberado pela administração.
Nesta ordem, e o motivo fica gravado em cada caso.
1. Link de indicação — quem chegou por um link tem dono declarado, e
nenhuma outra regra passa na frente.
2. O país que a pessoa disse — a resposta dela vale mais que qualquer
palpite nosso.
3. O local da requisição — quando a borda informa o país.
4. Nada disso — fica com a casa e aparece aqui como sem dono. Caso
não se perde por falta de regra.
Sobre o local da requisição. Identificar país por IP sem provedor é chute: rede virtual privada, roaming e operadora móvel erram com frequência. Por isso ele entra em terceiro, nunca sozinho — e nunca decide o idioma de quem lê, que é escolha da pessoa.
Quanto entrou, quem produziu e de onde veio. Cada número sai de uma consulta ao banco no momento em que você abre — nenhum é guardado, porque número guardado diverge do histórico e ninguém descobre qual dos dois está certo.